Tanto para conhecer detalhes do satélite natural como para olhar o restante do céu, a fase da lua mais indicada é a crescente. Nesses dias, suas crateras são mais facilmente visíveis por causa da sombra que o sol, de lado, projeta nelas. Segundo o professor Rehme, as câmeras digitais mais modernas, com lentes de zoom óptico, conseguem mostrar belos detalhes do relevo da superfície do astro.
As chuvas de meteoros são outro show à parte no céu. Individualmente, cada meteoro, inflamado ao entrar na atmosfera, é conhecido popularmente como estrela-cadente. De acordo com o professor de geografia, com um pouco de paciência, é possível ver ao menos um desses fenômenos em uma hora de observação de um lugar descampado.
Mas, quem anseia um espectáculo natural, no dia 28 deste mês, uma chuva de meteoros, cerca de 20 por hora, poderá ser vista a partir de 21h30 na direção da constelação de aquário. A próxima, bem mais grandiosa, com 95 estrelas-cadentes por hora, será em 12 de agosto.
Na era dos computadores, também não é difícil ''dar uma de astrônomo''. Rehme indica o software disponível no site stellaruim.org/pt como um dos mais completos e fáceis de usar. Além do mapa celeste - é possível consultar a posição das estrelas em qualquer data, como o dia do nascimento de alguém - o site avisa os próximos fenômenos que valem uma observação.

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