Uma mulher de 42 anos é a primeira doadora de sangue de Londrina a participar de uma coleta de medula óssea alogênica, a qual beneficia outro paciente, realizada pela Unidade de Transplante de Medula Óssea do Hospital Universitário de Londrina.

Cadastrada como doadora de sangue há cinco anos, a londrinense tornou-se doadora de medula há cerca de 2 anos, durante coleta externa do Hemocentro do HU.

Desde o início do funcionamento, em setembro do ano passado, a Unidade de
Transplante de Medula Óssea do HU só realizou transplantes
autólogos, que beneficiam o próprio paciente.

A novidade é que a partir da compatibilidade verificada entre a
doadora e um paciente do sexo masculino, que vive nos Estados Unidos, o HU
começou a coletar material para doação alogênica não aparentada,
atendendo solicitação do Instituto do Câncer do Rio de Janeiro.

Os exames que verificaram a compatibilidade entre a doadora e o receptor foram realizados no início do mês e a coleta de células tronco hematopoiéticas aconteceu nos dias 8 e 9, pela equipe do HU. A doadora terminou o procedimento via ambulatorial ontem (10) e já está em casa.

O material coletado foi levado para os EUA ainda ontem, por um
voluntário do National Marrow Donor Programm, que veio a
Londrina especificamente para buscá-lo, após contato do Redome
(Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea).

Leia reportagem completa na versão impressa da Folha de Londrina de amanhã.

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