O secretário de Meio Ambiente de Cascavel, Paulo Valini, disse ontem que a nova administração municipal ‘‘está sendo surpreendida’’ com problemas como o do ‘‘lixão’’ junto ao manancial de abastecimento. Ele reconheceu que há riscos flagrantes para o lago e o rio, mas garantiu que serão adotadas medidas imediatas.
A primeira delas é manter vigilância na área para impedir a entrada de caminhões carregados com lixo, permitindo apenas temporariamente o despejo de restos de material de construção que possam ser utilizados para aterrar pontos de erosão, sem comprometer as águas.
Posteriormente, serão estabelecidos outros locais para depósito deste tipo de material. O lixo já amontoado deverá ser recolhido pela prefeitura e levado ao aterro controlado. A seguir, o terreno será compactado e nivelado.
O secretário de Meio Ambiente lembrou que até há poucos meses, antes de ser implantado o aterro controlado, havia em Cascavel apenas um ‘‘lixão’’ próximo a outro curso d’água e zona residencial, causando graves problemas.
‘‘Não se pode permitir que outro lixão esteja sendo formado’’, disse. O aterro sanitário de Cascavel é caracterizado como ‘‘modelo’’ pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP).

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