Medida deve limitar adoção de crianças
Brasília - Das 67 ONGs que terão de fechar as portas, 16 delas têm como atividade intermediar a adoção de crianças por estrangeiros. São ONGs com sede na Itália, Espanha, Suécia, Dinamarca, Alemanha e Holanda que a partir da publicação dos nomes no Diário Oficial da União, nos próximos dias, estarão proibidas de trabalhar no Brasil.
Nenhuma delas procurou a Secretaria Nacional de Justiça (SNJ) do Ministério da Justiça para se recadastrar. Os dados dessas organizações serão comunicados à Polícia Federal e ao Ministério das Relações Exteriores para que não operem mais no Brasil.
De acordo com o levantamento, as ONGs que não poderão funcionar no Brasil são: AC International Child Support, Adopsjonsforum, Associacion para La Adopción de Menores em Brasil, Bureaux Genevois D'Adaption, Centro Adozioni La Maloca, Centro de Adoção Suécia, Children of the World, Centro Italiano Aiuti All Infanzia, Eltern Furd Kinder, Family Association For Intercountry Adoption, In Cammino Per La Famiglia, Interadop - Alternativa Familiar, Netherlands Intercountry Child Welfare Organization, Saint Anne Adoption Center, Wereldkinderen e Fundação para Adoção Internacional.
Depois da publicação do resultado desse recadastramento, apenas 27 ONGs estrangeiras poderão intermediar a adoção de crianças brasileiras por estrangeiros. Essas organizações procuraram o Ministério da Justiça para se recadastrar. Os documentos estão sob análise. Caso haja irregularidades, essas ONGs poderão ser posteriormente fechadas. (F.R.)





