A Folha recebeu várias solicitações de leitores londrinenses solicitando elogios ao narrador esportivo Galvão Bueno que, durante 40 dias de Copa do Mundo, sempre que pôde falou desta cidade e do Norte do Paraná. E um leitor de Mandaguari, Evandro Miguel de Oliveira, fez a mesma solicitação ontem, revelando sua sensibilidade de norte-paranaense. Aqui em Londrina, a afirmação de várias pessoas é a de que Galvão Bueno está fazendo, de sobra, por merecer o titulo de cidadão londrinense que recebeu da Câmara Municipal. Quanto vale quando ele cita Londrina nas transmissões da Globo, notadamente numa audiência maciça como a de domingo último? Vale muito, porque não tem preço. A cidade precisa aproveitar muito bem isso. E Galvão torceu muito pela seleção brasileira, deu para se notar sempre. Tanto que seu stress emocional de brasileiro apaixonado pelo nosso futebol redundou em crises de diverticulite. Ele ligou algumas vezes para seus amigos médicos Issamu Onishi e Luis Carlos Miguita e foi medicado à distância. E o curioso: eles mandaram remédios daqui de Londrina para ele, na Coréia e no Japão. Agora, Galvão Bueno e sua esposa Desirèe vão passar duas semanas de férias no Bali. Retornam via Paris, depois de Galvão transmitir o Grande Prêmio da França.

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