A supervisora de logística da Cardtech, Luciana Paiva, negou que a empresa remeteu lotes antigos do Cartão Saúde para serem queimados em Almirante Tamandaré. Ela disse que um equipamento montado na própria empresa inutiliza os cartões, sem precisar incinerá-los. Uma máquina é usada para cortar o material. ‘‘Não importa se eles são gravados ou não. Todos só saem daqui em tiras de plástico. Você nem reconhece que cartão seja aquele’’, garantiu.
Luciana informou que a empresa iria apurar como unidades do cartão supostamente produzidas pela Cardtech foram parar fora de Curitiba. A supervisora disse que não tinha como confirmar ontem se a prefeitura encaminhou pedido para alterar o layout dos cartões. No entanto, ela disse que o procedimento pode ser normal. ‘‘Ás vezes acontece, se o cliente quiser, mas teria de confirmar se houve a mudança.’’ (D.V.)

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