Matadouros podem ser fechados
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quarta-feira, 25 de julho de 2001
Vânia Moreira 
O promotor de Altônia, Robertson Fonseca de Azevedo, vai ingressar com ações civis públicas contra dois matadouros da cidade. Segundo o promotor, nenhum deles cumpre as normas de higiene e saúde exigidas para o abate e também estão poluindo o meio ambiente. A pedido do Ministério Público (MP), a prefeitura já interditou um dos matadouros, o mais precário. O outro, pertencente ao empresário Cláudio Capioto, ainda está em funcionamento.
Segundo os técnicos da Secretaria Estadual de Agricultura (Seab), o matadouro de Capioto tem uma criação de porcos ao lado, o que é proibido, além de outros problemas como armazenamento inadequado de equipamentos. O promotor Robertson de Azevedo disse que vai exigir o fechamento de ambos, até que os donos providenciem as licenças sanitárias e ambientais. Cláudio Capioto alega que já fez todas as benfeitorias exigidas pela Seab, como instalação de uma lagoa para tratamento de dejetos. Na região de Umuarama, 8 dos 19 matadouros existentes foram interditados pelo Ministério Público.


