Matador de russo tenta fugir da prisão
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 05 de novembro de 1997
Paulo Ubiratan 
Londrina
Divino Aparecido de Lima, conhecido por Maringá, por pouco não fugiu da cadeia de Cambé, onde está preso por ter matado, em 26 de junho, o russo Kusma Ovchinnikov e seu filho Sava, de 2 anos e meio. A tentativa de fuga ocorreu por volta das 11 horas do último sábado, e somente não teve sucesso devido ao policial civil Osni Marques do Valle. Sozinho, ele entrou em luta corporal com Maringá. O policial acabou acertando-lhe um tiro na perna esquerda. Eu entrei no corredor das celas para fornecer a alimentação, quando fui surpreendido por Maringá, que estava com um estoque e avançou sobre mim. Pulei para trás, dei um soco nele e fui apanhar meu revólver. Deus me ajudou.
Segundo as normas de segurança, o policial que entra no corredor das celas não deve estar armado. No momento da fuga, ele estava sozinho na delegacia. Maringá tentou ganhar a rua, mais uma vez tentando me matar. Mas eu já estava com a arma na mão e atirei em sua perna, contou o policial. Osni não soube explicar como Maringá saiu da cela no momento que recebia o almoço. O homicida já havia tentando fugir, fazendo um buraco na parede da cela.
Soterramento Alexandre Chiquete, 27 anos, está internado em estado grave no Hospital Universitário. Ele foi soterrado por terra despejada por um caminhão que invadiu a sua casa, na rua Bom Sucesso, 755, em Cambé. O caminhão caçamba (placa ADK-7556) conduzido por Cleverson Ferreira, 21 anos, perdeu os freios e entrou na casa de Chiquete, demolindo parcialmente o porão. No momento do acidente, Alexandre Chiquete estava em uma sala; o carregamento de terra caiu sobre ele. O sogro, Sinésio Muller, foi quem socorreu Chiquete. Muller tirou a terra que estava sobre a cabeça de Chiquete.


