A Prefeitura de Maringá pediu a suspensão do leilão da sede da União Maringaense dos Estudantes Secundaristas (Umes), que estava marcado para 5 de novembro, depois de ser pressionada pela classe estudantil. Mas a procuradoria jurídica do município não pretende perdoar a dívida da entidade em impostos, que passa de R$ 17,5 mil. ''Só uma lei aprovada pela Câmara pode anistiar e isentar a entidade'', afirma o procurador Alaércio Cardoso.
O presidente da Umes, Marcelo Torelli Ferreira, diz que a dívida tem cerca de 10 anos e que a prefeitura sempre ameaçou tomar o imóvel, avaliado em cerca de R$ 100 mil. ''O processo de leilão do prédio existe desde 1998, mas a promessa do prefeito (José Cláudio-PT) era de perdoar a dívida'', lembra.

mockup