Visão de como ficará a Praça Rocha Pombo do alto
Visão de como ficará a Praça Rocha Pombo do alto | Foto: Divulgação/Semop

Em Maringá (Noroeste) , algumas praças já estão com mobiliário desatualizado e necessitam de reforma. É o caso da praça Rocha Pombo, localizada na rotatória das avenidas Brasil e Pedro Taques, duas das vias que estão entre as mais movimentadas da cidade, na Vila Operária.

O sócio-proprietário de uma empresa que comercializa móveis, Rogério Machado, afirma que a praça é bonita, mas está esquecida pelo poder público. “Ela é antiga, mas está bem 'largada', inclusive com muitos desocupados que assaltam os meus clientes. Aqui está faltando iluminação e as calçadas estão com as pedras de petit pavet soltas”, critica.

Pensando nisso, a Semop (secretaria municipal de Obras Públicas ) enviou para a Diretoria de Licitação, da Sepat (Secretaria de Patrimônio, Compras e Logística), a documentação técnica necessária para publicação do edital de concorrência pública que definirá a empresa de engenharia responsável pela execução da obra de revitalização de duas praças.

A primeira a ser revitalizada, nesta etapa, é justamente a Rocha Pombo.Na sequência será beneficiada a praça de Todos os Santos, localizada ao lado da rotatória de cruzamento das avenidas Cerro Azul e Juscelino Kubitschek, na área central. Ela fica bem próxima ao Cemitério Municipal de Maringá. As duas ações serão o ponto de partida para a execução de projetos que também envolvem a revitalização de outras seis praças de Maringá, com investimento total previsto de R$ 9 milhões.

LAZER E CONVIVÊNCIA

Segundo informações da prefeitura, a Rocha Pombo será priorizada como uma área pública de lazer, descanso, convivência acessível e com segurança para todos. O espaço faz parte do projeto original, aplicado pelo urbanista Jorge de Macedo Vieira, que deu origem ao planejamento da cidade, porém, sua revitalização prevê um novo mobiliário urbano com a preservação de seu potencial ecológico e ambiental. “O que se pretende é realizar uma intervenção geral na praça Rocha Pombo, que melhore sua visibilidade, porém, por meio de um projeto simplificado e viável para execução”, explica o secretário de Obras Públicas, Albari de Medeiros, As intervenções vão envolver a troca do piso, recuperação do paisagismo, reforma da ciclovia, melhoria na iluminação pública e a implantação de pergolados, playground e lixeiras. O custo estimado para a reformatação da praça é de R$ 1,6 milhão.

Além das duas praças, serão revitalizadas as praças Farroupilha (jardim Alvorada); Emiliano Perneta (da Igreja São José, na Vila Operária) e a Monsenhor Bernardo Cnudde (da Igreja Divino Espírito Santo, na avenida Pedro Taques). Na sequência passarão por processo de revitalização as praças Napoleão Moreira da Silva, entre a avenida Brasil e a rua Santos Dumont; José Bonifácio, na rotatória das avenidas Brasil e Cidade de Leiria; e a Ivaí, localizada na região do Maringá Velho.

EIXO MONUMENTAL

A proposta de qualificação dos espaços públicos passa também pela praça Papa João XXIII, da Catedral; Centro de Convivência Comunitário Renato Celidônio e Praça Raposo Tavares, na área central, além da travessa Jorge Amado, que fica no entorno do Terminal Intermodal. Esses espaços compõem o projeto de revitalização do Eixo Monumental de Maringá, no trajeto de 1,8 km que vai desde a Catedral até o complexo esportivo da Vila Olímpica.

O diretor de projetos da Semop, Rodrigo Pupin, afirma que ainda não há um cronograma de obras definido porque tudo depende de processo licitatório. “Isso envolve outros setores e também se haverá pedidos de questionamento de processos licitatórios. Tudo isso interfere no prazo”, declara

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O secretário municipal de Obras Públicas, Albari de Medeiros, ressaltou que os estudos para revitalização de praças e parques de Maringá são realizados pela Semop em parceria com o Ipplam (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Maringá ) e as secretarias de Mobilidade Urbana e de Planejamento e Urbanismo.

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