Marcos Zanatta
De Maringá
Aproveitando o horário de verão, a administração do Cemitério Municipal de Maringá vai abrir os portões hoje das 7 às 19 horas. A expectativa é que pelo menos 200 mil pessoas passem pelo único cemitério público da cidade. Os visitantes não poderão entrar com veículos ou levar papel e embalagens plásticas além do portão. ‘‘Queremos que as pessoas tirem até as velas do plástico para entrar’’, afirma o responsável pela administração, Valdenir José Miller. A prefeitura colocou 80 homens para limpar o cemitério. ‘‘Mas eles não estão vencendo o povo’’, disse.
Na administração, oito funcionários e três terminais de computadores estarão à disposição dos visitantes que não sabem a localização do túmulo que procuram. ‘‘Basta saber o nome completo da pessoa enterrada que a gente localiza e orienta’’, garantiu Miller. Dentro do cemitério, além da Polícia Militar, seis funcionários da prefeitura farão a segurança. ‘‘Apesar do grande número de pessoas nos últimos dias não houve registro de algum incidente’’, disse Miller.
Ontem a prefeitura limitou também a ação dos ambulantes, que até domingo estavam trabalhando próximo ao portão principal, na Rua Primo Monteschio. Os vendedores só podem ficar a 20 metros dos dois portões – o outro fica na Rua Men de Sá – e das capelas mortuárias. Uma empresa funerária, que fica na frente do cemitério, vai distribuir 4 mil vasos de flores às pessoas que responderem a uma pesquisa. A Capela Ecumênica terá missas e cultos das 8 às 18 horas.

Cascavel
Edson MazzettoOs três cemitérios de Cascavel, que estarão abertos hoje das 6 às 20 horas, devem receber a visita de aproximadamente 65 mil pessoas, segundo estimativa do superintendente da Administração dos Cemitérios e Serviços Funerários de Cascavel (Acesc), Sérgio Mariotto. No Cemitério Central, onde há 25 mil túmulos, um computador estará à disposição para facilitar a localização dos túmulos. Já no Guarujá (que tem 6 mil sepulturas) e no São Luiz (4,5 mil sepulturas), haverá funcionários da Acesc orientando os visitantes. A venda de velas, flores e outros objetos na parte externa dos cemitérios será fiscalizada para evitar abusos, embora não haja tabela de preços. (Paulo Pegoraro)

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