A comissão formada para analisar uma destinação para o antigo aeroporto e a situação do Novo Centro de Maringá vai priorizar uma solução para a ocupação do antigo pátio de manobras ferroviárias, na área central da cidade. ‘‘Vamos tratar primeiro do Novo Centro porque a situação do antigo aeroporto está indefinida’’, disse o engenheiro Adolfo Cochia Júnior, presidente da comissão, que vai analisar os projetos existentes para urbanizar os terrenos do aeroporto e do pátio, cada um com cerca de 20 alqueires.
Existem dois projetos para a urbanização da área central, mas a prioridade é a instalação de uma avenida sobre o túnel ferroviário, ligando as regiões leste e oeste. A administração municipal tenta viabilizar recursos para ampliar o rebaixamento da linha férrea, pelo menos até as avenidas Tuiuti e 19 de Dezembro. O que daria condições para estender também a futura avenida.
O destino do antigo aeroporto ainda depende de decisões do Comando da Aeronáutica, que prorrogou até o final de junho as operações visuais. Outro obstáculo é que o contrato de cessão da área, pertencente à Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, prevê a reversão da posse a partir do encerramento das atividades do aeroporto.
O município já está propondo negociar com a companhia. Se a área for liberada, existem alguns projetos de ocupação. O local pode virar um parque esportivo, abrigar o centro cívico ou ser loteado.

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