Marcos NegriniEspaços disponíveisUm dos hotéis em construção garante estrutura para eventos de médio porteO Conselho Municipal de Turismo de Maringá iniciou ontem a elaboração de um plano de incentivo ao turismo, que vai tentar captar recursos federais para investimentos na cidade. O plano, explica o presidente do conselho, Hugo Cesar de Freitas Furlan, é uma exigência do Programa Nacional de Municipalização do Turismo (PNMT), desenvolvido pela Embratur. ‘‘Nossa meta é identificar as áreas com potencial e apresentar projetos viáveis’’, diz ele.
As duas principais propostas feitas até agora pelo conselho são de exploração do turismo ecológico e de eventos. Aproveitando as qualidades ambientais de Maringá, explica Furlan, é possível traçar um projeto para atrair o turista que procura um contato mais próximo da natureza. ‘‘Vamos analisar como utilizar o potencial existente e onde podemos investir para incentivar o turismo ecológico, que pode ser explorado também na região e não apenas na cidade’’, afirma. Entre as propostas está a construção de hotéis e pousadas em propriedades rurais.
No turismo de eventos, ele acredita que a cidade já comporta qualquer tipo de promoção que reúna até mil pessoas. O primeiro ponto, explica Furlan, é a baixa ocupação dos hotéis de Maringá. São cerca de 1.800 leitos com uma taxa média de ocupação em torno de 40%. Existem ainda mais dois hotéis em construção, um em fase final, e outra obra que será retomada a médio prazo, somando mais 800 leitos.
Local para eventos também não é problema, na opinião de Furlan. Ele cita o Pavilhão do Parque de Exposições, com 10 mil metros quadrados de área coberta, o picadeiro de rodeios também no parque, com capacidade para 15 mil pessoas, o Teatro Kalil Haddad e os vários auditórios públicos. ‘‘Nos três maiores hotéis da cidade contamos ainda com salas de convenções com capacidade para até 250 pessoas’’, lembra. A meta do conselho é identificar as áreas com potencial para atrair investimentos da iniciativa privada.

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