A Vigilância Sanitária Municipal iniciou ontem a limpeza de imóveis desocupados. Os proprietários já foram notificados, mas não efetuaram tomaram nenhuma providência.
A limpeza dos terrenos vai custar em torno de R$ 1,3 mil aos proprietários – R$ 300,00 referente ao serviço e R$ 1 mil de multa. A maior preocupação da Vigilância é com a existência de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.
O primeira visita dos técnicos da Vigilância ontem foi em um imóvel na Avenida Colombo, zona 7, pertencente à juíza aposentada Maria Kinachi. Lá foram encontrados muito mato, pneus velhos, baldes e bacias com água e larvas do Aedes aegypti.
Segundo o chefe da Vigilância, Gilberto Pucca Júnior, a proprietária foi notificada algumas vezes, se recusou a assinar a notificação e a saída foi efetuar a limpeza. ‘‘Não podemos admitir uma situação assim’’, afirmou Pucca. Ele disse que a casa está fechada há pelo menos três anos, e a proprietária mantém um cachorro dentro do imóvel.
As condições da residência foram levantadas em um mapeamento que a Vigilância Sanitária está fazendo em toda a cidade. ‘‘Já detectamos cinco imóveis em condições de abandono. Vamos limpar e aplicar multa em todos os casos’’, avisou.
Pucca revela que desde o início do ano foram confirmados 61 casos de dengue em Maringá. Quarenta e quatro pessoas infectadas contraíram a doença no município.

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