A Prefeitura de Maringá rescindiu contrato com os 12 coordenadores do Orçamento Popular que eram responsáveis pela mobilização da comunidade na escolha de obras e serviços prioritários do programa orçamentário. O coordenador-geral do Orçamento Popular, Gilberto Fonseca, negou ontem à Folha que a atitude foi em consequência da derrota à reeleição do prefeito Jairo Gianoto (PSDB) e afirmou que a decisão pela rescisão foi tomada para evitar gastos na prefeitura e adequar o município à Lei de Responsabilidade Fiscal. Os coordenadores foram demitidos no dia 3 deste mês. A prefeitura pagava R$ 1,5 mil mensais para cada coordenador e o contrato iria até dezembro. Segundo Fonseca, cabe ao próximo prefeito determinar a continuidade do Orçamento Popular.