Maringá adotará plano de manejo em áreas verdes
Maringá adotará
plano de manejo
em áreas verdes
Lucinéia Parra
PermutaPrefeitura de Maringá aumentou o número de áreas de conservação adquirindo o Parque do Sabiá
Fazer diagnósticos de todos parques florestais de Maringá para desenvolver programas de preservação das áreas foi uma das principais sugestões apresentadas durante a 4ª Semana de Defesa de Meio Ambiente, que está sendo realizada na Câmara de Vereadores.
A cidade tem 12 parques florestais, mas somente oito são considerados unidades de conservação e estão inscritos no programa do ICMS Ecológico, do governo do Estado. Mesmo assim, entre as oito unidades de conservação, só duas, o Parque do Ingá e o Horto Florestal, têm planos de manejo intensivo.
De acordo com a diretora de Parques e Jardins de Maringá, Lídia Maróstica, a partir de diagnósticos precisos sobre as condições dos parques será possível elaborar propostas de como deve ser feita a preservação.
Apesar de estar entre as cidades com maior número de reservas municipais, Maringá possui apenas 0,5% de cobertura florestal nativa. Na região Noroeste, o índice é menor que 1%. Para enriquecer as reservas, está sendo desenvolvido um programa de produção de mudas das espécies nativas que estão ameaçadas de extinção. São os casos da peroba, do jequitibá e do cedro. No viveiro municipal estão sendo produzidas 2 mil mudas de peroba.
O município recebe cerca de R$ 150 mil mensal do programa do ICMS Ecológico. A maior parte dos recursos é aplicada nas áreas que já dispõem de plano de manejo. Em maio, o município conseguiu incluir no programa o Parque do Sabiá, com 88 mil metros quadrados, que fica às margens do Contorno Sul. A prefeitura conseguiu adquirir a área através do sistema de permuta com o proprietário da reserva. Segundo Lídia, a comuidade está reivindicando a transformação da área em um parque para visitação pública com áreas de lazer.





