Maringá Ao contrário das máquinas caça-níqueis, que ''engolem'' as moedas dos jogadores, um comerciante de Maringá inventou uma máquina que aceita latas de refrigerantes e cervejas vazias e premia os jogadores com prêmios que variam de R$ 0,10 a R$ 5,00. Duas destas novas máquinas estão funcionando em caráter experimental e já fazem sucesso. Além de não ''tirar'' dinheiro do apostador, a máquina ''caça-latas'' contribui com o meio ambiente na medida em que tira de circulação centenas de latas que muitas vezes iriam parar nos bueiros ou outros locais impróprios.
O inventor da máquina é o comerciante e estudante de direito, José Luiz Zanco, 41 anos. Ele diz que há um ano vem se dedicando quase exclusivamente ao invento já patenteado ; tendo inclusive viajado para várias cidades de São Paulo e Mato Grosso do Sul a procura de alguém que pudesse orientá-lo a desenvolver o projeto. ''Depois de viajar muito acabei encontrando em Maringá um engenheiro e um torneiro mecânico que me ajudaram a criar a máquina'', disse. A idéia foi toda de José Luiz: ''Tivemos muito trabalho para colocar em prática aquilo que tinha imaginado, mas o resultado está sendo excelente''.
Para funcionar, basta colocar uma lata vazia de refrigerante ou cerveja que, através de um sensor eletrônico, a máquina absorve a lata e em seguida prensa o material. A pessoa que jogar na nova máquina tem opção de escolha entre três esferas. Se a esfera escolhida der três números iguais, o jogador ganha o correspondente ao número sorteado. A máquina paga de uma moeda de R$ 0,10 a 50 moedas de R$ 0,10. ''É uma máquina de sorteio e não de azar'', afirma Zanco.

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