As mulheres de policiais militares de Ponta Grossa voltaram ontem para frente do quartel do 1º Batalhão da Polícia Militar. Apesar de pequeno –o grupo era formado por 14 mulheres e algumas crianças– elas estavam decididas a permanecer na frente do quartel durante toda a noite. Para isso, montaram barracas no local.
O tenente Carlos Laudevir Ferreira Júnior, da assessoria de comunicação do 1º BPM, foi acusado ontem pelas manifestantes de ter agredido o marido de uma das organizadoras do protesto, o policial reformado Degaielte de Oliveira. Laudevir teria abordado Oliveira, pedido seus documentos e o agredido. O tenente diz que parou o veículo de Oliveira porque a placa estava sem o lacre. ‘‘Isso é uma infração e eu pedi que ele me acompanhasse até o quartel para explicar o motivo da retirada do lacre. Ele se negou, jogou a porta do carro contra mim e saiu correndo’’, informou o tenente.

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