Josoé de CarvalhoA bancária Marilza Ribeiro Longhe fez um protesto solitário ontem de manhã, durante a manifestação contra a morte do pastor Idalécio. Carregando um cartaz, ela lembrou que a polícia ainda não prendeu os assassinos do pai, o taxista Lázaro Ribeiro, morto em 94Acompanhada apenas de uma filha pequena, a bancária Marilza Ribeiro Longhe, aproveitou a passeata contra a morte de José Idalécio Bueno, ontem, pela manhã, para fazer um protesto solitário. Carregando um cartaz, ela seguiu o manifesto pedindo justiça no morte do pai, o taxista Lázaro Antonio Ribeiro, 69 anos. Ele foi morto em agosto de 94 e, até o momento, os responsáveis não foram encontrados. Ribeiro foi degolado durante uma corrida, na estrada velha entre Ibiporã e Londrina. Marilza diz que a Polícia chegou a suspeitar de dois menores, mas ‘‘o caso foi esquecido e não prenderam ninguém’’. Ela suspeita de latrocínio e afirma que, segundo duas testemunhas, duas pessoas, teriam sido vistas saindo do local do crime. (Edmara Michetti)

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