O movimento e a velocidade com que os motoristas trafegam pela rua Goiás, na altura do cruzamento com a rua dos Escoteiros, próximo aos colégios Filadélfia e Londrinense, preocupam os moradores da região. Ontem, mais um acidente envolvendo a moto CG da Honda, da empresa Moto Boy Help’s, conduzida por Paulo Ciro Rosa, 24 anos e o Kadett, placas AEI 4809, assustou várias pessoas. O rapaz foi atendido pelo Siate. Ele não sofreu ferimentos graves, sendo liberado após exames no hospital de plantão. Mas, há cerca de um mês, segundo os moradores, uma menina de seis anos foi atropelada e morreu no local.
O motorista do Kadett, o corretor de seguros José Ângelo Braguim, também denuncia o problema. Sua filha estuda nas proximidades e ele passa pelo cruzamento todos os dias, depois que busca a filha, com destino à sua casa. ‘‘Eu errei. Confiei no sinal de outro motorista que estava parado mais adiante e não vi a moto, mas este trecho é realmente perigoso.’’ Os moradores afirmam que entre 11 e 13 horas não podem nem pensar em atravessar devido ao tráfego.
O problema, diz o laboratorista David Lisboa, se agravou depois que a rua Goiás se tornou uma das principais ligações entre a Maringá e o centro. Caminho certo para quem vai para UEL, o trecho atende também cerca de quatro escolas que estão concentradas naquela localidade. Para piorar a situação, o trecho é em descida acentuada e os motoristas abusam da velocidade, aumentando o risco de acidentes no cruzamento.

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