Maioria da população rejeita os panfletos
A vendedora Cristiane França, 37 anos, não pega nenhum panfleto entregue nas ruas. A pé ou de carro, ela rejeita qualquer tipo de papel. Este tipo de abordagem é horrível porque a cada dez passos tem alguém querendo entregar alguma coisa, diz. Se a gente aceitar tudo no trânsito, o carro fica um lixo no fim do dia.
A contabilista Vanilde Coelho, 44 anos, não aceita folhetos de propaganda política. Eu já escolhi meus candidatos e por isso esse material não será útil, justifica. Vanilde pega folhetos comerciais, dependendo da abordagem do distribuidor. Aceito se a pessoa for educada.
Mas a aceitação ou não deste tipo de material nem sempre é tão coerente. O corretor de seguros Márcio Bello pega qualquer tipo de folheto distribuído, mas não todos os dias. Eu pego de tudo, mas depende do meu humor.
O músico Marcelo Ceccattu, 22 anos, aceita todos os panfletos. É preciso lembrar que os entregadores estão trabalhando e que a atividade deles depende da aceitação da população, diz. (A.V.)





