Mães e namorados fazem questão de apoiar candidatos
Nos minutos que antecedem a entrada nos locais de prova, muitos vestibulandos contam com a companhia e o apoio dos pais. Alguns fazem questão de esperar cada minuto do lado de fora. A intenção é passar tranquilidade mas, na maioria das vezes, eles estão mais nervosos que os filhos.
A professora Isolde Comarella, 42 anos, que mora em Lages (SC), está acostumada com a rotina do vestibular. Em outros anos, já acompanhou duas filhas. Michele, 17 anos, que tenta uma vaga em Nutrição, é a terceira.
A comerciante Sandra Gomes, 40 anos, que veio de Cuiabá (MT) para acompanhar a filha Luciana, 17 anos, nos dias de prova diz que tenta se concentrar para transmitir energia positiva.
Sandra tentou se distrair conversando com a comerciante Neusa Gelinski, 48, que esperava o filho Alfredo, 17 anos. Alfredo nem queria que a mãe o acompanhasse, mas ela fez questão. Sou muito coruja, diz. A gente fica mais nervosa que eles.
Ana Paula Bedin, 17 anos, que tenta o curso de Direito, teve atenção dupla. Além de ter a mãe Viviane ao seu lado, também pôde contar com o namorado, Araquem Oliveira, 18 anos. É bom ter alguém para dar tranquilidade, diz Oliveira. No ano passado, quando fiz vestibular, vim sozinho. Na hora de entrar, senti falta de um abraço.
Tanaka Junior, 20 anos, que também concorre a uma vaga no curso de Direito, recebeu mais que a companhia da namorada Débora Venturi, 18 anos. Para incentivar Tanaka, ela colocou uma faixa em frente a casa dele com dizeres de boa sorte. Ontem Débora acordou às 5h30, só para levá-lo até a PUC.
Mas em matéria de carinho, ninguém superou Alessandro Caggiano, que compareceu ao Politécnico empunhando um ramalhete de rosas para a namorada Melissa Collione. Nestas horas é importante oferecer apoio a quem se ama.Mauro FrassonForçaA candidata Ana Paula Bedin teve a companhia da mãe e do namorado Araquem Oliveira: beijo de boa sorte antes das provasAnna Camanducaia





