Mãe tira filho do colégio para evitar rodovia
A doméstica Cleide da Cruz, 36 anos, moradora do Jardim Boa Vista não quer mais correr riscos. Ontem de manhã, antes de ir ao velório da amiga, Adelina Falda, ela pediu a transferência do filho Fábio da Cruz, 14 anos, da escola estadual Atílio Codato, localizada no Jardim Alvorada, em Cambé. Ele atravessa a rodovia todos os dias para ir à escola e eu não quero ver meu filho morrer naquela rodovia , frisou.
Cleide da Cruz conta que, em maio do ano passado, seu filho Luciano, de 20 anos, foi atropelado pelo carro da funerária de Rolândia, quando atravessava a rodovia para ir trabalhar. Graças a Deus agora ele está bem . Na ocasião ele quebrou o fêmur. Mas eu não quero mais saber de correr riscos, afirma. Segundo ela, as autoridades não têm dado atenção às constantes reivindicações da comunidade da região que quer quebra-molas ou outro tipo de redutor de velocidade no local. Não vou ficar esperando eles se conscientizarem de que estão matando gente, concluiu.





