Mãe que jogou filha no lixo é condenada
A auxiliar de serigrafia Maria Celeste de Oliveira, 26 anos, de Sarandi (7 km a leste de Maringá) foi condenada a dois anos e um mês em regime aberto por ter matado a filha recém-nascida. O crime aconteceu em dezembro de 1998. Grávida de um namorado, Maria Celeste decidiu ocultar com medo do ex-marido tomar o filho que tem hoje 8 anos. Ela foi presa três dias após catadores encontrarem o corpo do bebê no lixão da cidade. A defesa alegou que Maria Celeste agiu sob forte emoção e abalo psicológico.





