Madeira não queima e será reaproveitada
Paulo Pegoraro
A madeira utilizada na fogueira da festa junina da Paróquia São João Batista, no bairro Boa Vista, em Cascavel, servirá para levantar a maior parte da fogueira do próximo ano. Em função das chuvas dos últimos dias, a lenha ficou bastante molhada e não queimou conforme o esperado. A fogueira, com 30 metros de altura, é considerada uma das maiores do Estado.
A fogueira, com lenha de reflorestamento, foi acesa na noite de sábado, como principal atrativo da festa, realizada há 21 anos ininterruptamente. O evento prosseguiu no domingo, afetado parcialmente pela chuva que caiu desde a madrugada, transferindo muitas atividades para um salão.
Os resultados financeiros foram satisfatórios e atingiu o objetivo do congraçamento popular, disse o presidente da comissão administrativa da paróquia, Jorge Girolette. A arrecadação ajuda na manutenção de atividades e programas sociais desenvolvidos pela paróquia. A 21ª Festa de São João Batista mereceu uma mostra de cartazes utilizados ao longo dos anos, organizada na semana passada pela Secretaria Municipal de Cultura.
Lenha A Emater e o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) estão oferecendo lenha para queimar em churrascarias, pizzarias e outros estabelecimentos do gênero, a preço inferior ao de mercado. Através da Bolsa de Árvores, o metro cúbico é vendido a R$ 0,50, enquanto o preço médio no comércio é de R$ 2,00. A madeira faz parte do programa Reposição Florestal do Paraná, que estimula o plantio de árvores para recomposição de florestas e o aproveitamento da madeira para fim energético. A bolsa retém apenas R$ 0,10 de cada metro cúbico de lenha fornecida.





