Da Redação
A insônia atinge atualmente cerca de 35% da população mundial e nem sempre tem merecido atenção por parte das vítimas. Normalmente o problema é causado pelo desequilíbrio dos neurotransmissores, que provoca também outros tipos de distúrbios do sono. Segundo a neurologista Mônica Souza, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), de 90% a 95% dos casos de insônia aparecem em pacientes com quadros de depressão e ansiedade.
A médica esclarece que a falta de sono, quando o problema se torna crônico, não deve ser interpretada como uma doença. Mas é, no mínimo, um sintoma de que algo não está funcionando bem no organismo. Em novembro do ano passado, Mônica Souza integrou equipe de articulistas que participa do livro Medicina do Sono, editado pelo Departamento de Neurologia da Associação Paulista de Medicina.
Leia mais sobre o assunto na página 2Em cada um dos ciclos do sono há acontecimentos importantes para a saúde do homem
Cesar AugustoIMPORTÂNCIA DO SONOVítima de insônia durante a madrugada londrinense: a janela do apartamento serve como apoio e as luzes da cidade amenizam o sofrimento. Sono é um estado de intensa atividade cerebral que passa por quatro a seis ciclos