Da Sucursal
Londrinenses que moram em Curitiba criaram ontem a Associação dos Amigos de Londrina. A entidade tem como objetivos defender os interesses do município, apoiar a sua industrialização e promover a integração entre o norte e o sul do Paraná. A diretoria foi empossada durante um jantar no restaurante Dom Antônio. Cerca de 150 pessoas participaram do evento, entre londrinenses e curitibanos que simpatizam com a cidade.
O londrinense e administrador de empresas Augusto Gonçalves Filho, que vive há 12 anos em Curitiba, é um dos idealizadores da associação e foi escolhido como primeiro presidente. ‘‘Outras cidades paranaenses já tinham a sua associação em Curitiba. Londrina não poderia ficar atrás’’, comenta.
Segundo ele, existem milhares de londrinenses que moram em Curitiba e a meta inicial é cadastrar o maior número possível de filiados. A associação, que ainda não tem sede, vai criar grupos de trabalho para desenvolver projetos específicos. ‘‘O objetivo é que a associação tenha força para opinar e influenciar nas questões que dizem respeito à cidade’’, diz o presidente.
Entre as idéias que já surgiram está a criação da ‘‘Casa de Londrina’’ em Curitiba. O local faria a prestação de serviços e serviria como ponto de apoio a empresários londrinenses, oferecendo toda a estrutura de um escritório (com fax, telefone e secretária).
A associação também quer atuar no intercâmbio de negócios entre empresas de Londrina e de Curitiba, além de proporcionar a maior convivência entre londrinenses que saíram de sua terra natal.
As formas de obtenção de recursos vão ser definidas nas próximas reuniões de diretoria. Para fazer parte da associação, não é necessário o pagamento de taxas. Por enquanto, a entidade reúne médicos, advogados, comerciantes, funcionários públicos e aposentados.
ApaixonadoAugusto Gonçalves Filho nasceu em Londrina e viveu na cidade por 27 anos. É formado em Administração de Empresas pela UEL (Universidade Estadual de Londrina) e veio morar em Curitiba por questões profissionais. É apaixonado pela cidade em todos os seus aspectos - desde o clima até o povo e as condições de infra-estrutura. Atualmente, viaja a Londrina pelo menos duas vezes por mês, a trabalho ou para visitar a família, e não descarta a possibilidade de voltar a viver lá. ‘‘Todas as pessoas que saem sempre sonham em voltar’’, observa.

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