Paulo Ubiratan
De Londrina
A polícia está investigando a morte do londrinense Jonas Rogério Oliveira, 27 anos. O corpo dele foi encontrado boiando no Rio Moden na Província de Pedro Juan Cavallero no Paraguai. Já em adiantado estado de putrefação, o cadáver chegou em Londrina no último domingo e foi levado para Instituto Médico-Legal (IML). Por ordem judicial o caixão foi aberto e feita a necrópsia onde ficou constatado que havia uma perfuração a tiro na cabeça de Jonas.
‘‘Não temos informações sobre este possível homicídio, Por intermédio de familiares ficamos sabendo apenas que a vítima teria ido ao Paraguai com um carregamento de batatas’’, afirmou o delegado-adjunto da 10ª Subdivisão Policial de Londrina, Acácio Azevedo.
Segundo o delegado, Jonas Rogério, morava no Jardim do Sol (zona oeste). Em janeiro de 1998, ele foi detido por estelionato junto com uma mulher e respondia inquérito policial no 3º Distrito Policial (DP). O corpo de Rogério foi enterrado na segunda-feira no Cemitério João XXII.
Outro mistério para a polícia londrinense foi a chegada, também no domingo, do corpo de Celso Paulino Andrade, vindo do Paraguai. Conforme o delegado Acácio de Azevedo, as informações recebidas até ontem eram de que o morto residia em Rolândia. O delegado não soube informar de que cidade paraguaia procedia o corpo de Celso e se as duas mortes tinham alguma relação entre si.
A polícia também está investigando a morte do auxiliar de cozinheiro Luis Carlos de Oliveira, 21 anos, conhecido por ‘‘Tablete’’. Segundo informações do Instituto de Criminalística ‘‘Tablete’’, foi alvejado com cinco tiros na cabeça. A polícia achou o corpo por volta das 23 horas de segunda-feira, na favela do Jardim Rosa Branca, zona oeste de Londrina. A delegada do 2º Distrito Policial, Valdete Testoni, disse que o morto tinha uma vasta ficha ciminal mas havia se regenerado. Em julho, ‘‘Tablete’’ havia sido acusado de ter sido um dos três autores da morte de Cesar Pinheiro de Souza. No entanto, a delegada disse que ele sempre negou sua participação no crime e que nada ficou provado contra ele.

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