Curitiba O governo do Paraná vai ampliar o projeto de Polícia Comunitária, que hoje funciona em três bairros de Curitiba. O projeto-piloto, que será instalado inicialmente em Curitiba e Londrina, defende uma política de proximidade das polícias com a comunidade.
''Nós estamos esperando apenas os processos de licitação para iniciarmos o trabalho. Alguns policiais de Curitiba já estão treinados e outros estão participando do treinamento'', informou o comandante geral da Polícia Militar, coronel David Pancotti. Em Londrina, o treinamento deve começar na próxima segunda-feira. De acordo com ele, o projeto deve estar funcionando em aproximadamente dois meses.
A PM ficará responsável pelo policiamento preventivo e a Polícia Civil se encarrega de dar continuidade a investigações e inquéritos. Segundo coronel Pancotti, o PM trabalhará sempre no mesmo bairro, para conhecer os moradores e os problemas comuns àquela região. ''O policial vai trabalhar para, principalmente, prevenir ocorerências, mas também contará com a integração da polícia civil'', disse Pancotti. Os policiais devem visitar periodicamente os moradores do bairro e deixar telefones para contato.
O delegado-geral da Polícia Civil, Adauto Abreu de Oliveira, acredita que a Polícia Comunitária vai diminuir os índices de violência e corrupção policial. O projeto já vem sendo executado há cerca de oito meses em Curitiba.
A PM não soube informar números, mas, segundo Pancotti, os resultados são bastante positivos.

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