|
  • Bitcoin
  • Dólar
  • Euro
Londrina

18 furtos até agora 5m de leitura Atualizado em 14/01/2022, 19:00 assinante

Londrina tem mais de um hidrômetro furtado por dia em 2022

Equipamento usado para controle do consumo de água tem partes de metal desejadas por criminosos

PUBLICAÇÃO
sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Daniel Muniz - Especial para a FOLHA
AUTOR autor do artigo

menu flutuante

Desde o início do ano até esta sexta-feira (14), 18 hidrômetros foram furtados em Londrina. Há mais de 206 mil equipamentos do tipo na cidade. Com partes de metal, o objeto, que é utilizado para o controle do consumo de água, é alvo constante de criminosos e a Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná) registrou 295 furtos em 2021.

Imagem ilustrativa da imagem Londrina tem mais de um hidrômetro furtado por dia em 2022
|  Foto: AEN
 

“Há um prejuízo para a Sanepar, porque é uma peça instalada pela companhia, e para o cliente, já que há um tempo de até 24 horas entre a notificação do crime e a reposição, e água pode ficar vazando durante esse período”, explicou Gil Gameiro, gerente geral da Sanepar responsável pela região Norte.

Se o consumidor teve o seu hidrômetro furtado, é necessário fazer um BO (boletim de ocorrência) e notificar a Sanepar. Caso ele esteja instalado na calçada, a Sanepar arca com os custos de reposição, mediante a apresentação do BO. Entretanto, se o equipamento estiver dentro do imóvel, o cliente é responsável pela guarda e pode ter que pagar o valor de R$ 83,49. Custo bem menor que o valor final do hidrômetro, ainda de acordo com Gameiro.

“Só de o equipamento estar dentro do imóvel, já dificulta a ação dos criminosos, mas é recomendada a instalação de dispositivos de proteção como grades para tentar minimizar possíveis avarias e furtos”, apontou.

A Sanepar já está em contato com a Polícia Militar, Civil e a Receita Federal para tentar identificar os receptadores das peças de hidrômetros. “Estamos trabalhando em conjunto com órgãos de segurança para coibir esse tipo de crime, que não é uma exclusividade apenas da Sanepar, e se soma aos furtos de cabos e de placas em cemitérios, por exemplo, que também são feitos para troca de metal”, disse Gameiro.

Receba nossas notícias direto no seu celular! Envie também suas fotos para a seção 'A cidade fala'. Adicione o WhatsApp da FOLHA por meio do número (43) 99869-0068 ou pelo link wa.me/message/6WMTNSJARGMLL1.

instagram

ÚLTIMOS POSTS NO INSTAGRAM