Londrina tem um dos mais baixos índices de mortalidade infantil do Brasil. Em 2001, foram 11,09 mortes por mil nascidos vivos, resultado do registro de 80 mortes de crianças com menos de um ano no município. Em 2002, a taxa ficou ainda menor, chegando a cerca de 10 mortes por mil nascidos vivos. Esse quadro aproxima a cidade de países do Primeiro Mundo onde a taxa varia de 5 a 10 mortes por mil nascidos vivos.
Vários fatores contribuíram para a queda da mortalidade infantil no município. Entre elas, aponta a pediatra neonatologista Lígia Lopes Ferrari, o acompanhamento pré-natal, cuidados com a gestante, maior atenção nos primeiros meses de vida da criança, bom atendimento na sala de parto.
Mestre em pediatria, Lígia Ferrari destaca que além dos cuidados com a gestante e com o bebê, tecnologia e recursos humanos qualificados para o atendimento na UTI neonatal são fundamentais para a queda dos índices de complicação (morbidade) e de mortalidade infantil.
A médica destaca que a UTI neonatal do HU possui equipamentos e aparelhos de última geração que monitoram 24 horas por dia a respiração, frequências cardíaca e respiratória além da saturação de oxigênio. Além disso, os profissionais que atuam no setor são ''supertreinados'', alguns com até 12 anos de casa.

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