Em um contingente de mais de 43 mil idosos (assim consideradas pessoas acima dos 65 anos), Londrina conta atualmente com 2,8 mil deles em situação de carência. Desses, 300 são beneficiados mensalmente pelos R$ 100 distribuídos mensalmente pela prefeitura.
Apesar de a iniciativa ser única em todo o País, a secretária municipal do Idoso, Maria Ângela Santini, reconhece que o número está aquém da demanda. ''Para iniciar está de bom tamanho. Mesmo assim, no início de 2004 vamos conversar com o prefeito Nedson Micheleti (PT) para que o orçamento contemple mais gente no Bolsa-Idoso'', destacou.
Segundo a secretária, a criação e aprovação do Estatuto do Idoso este ano, pelo governo Federal, deve amenizar a situação de quem não é bolsista, haja vista que cairá para 65 a idade necessária para se receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que vale um salário mínimo (R$ 240). Hoje, ela só é válida para pessoas acima dos 67 anos. ''E, à medida que os bolsistas municipais ganham o BCP, novas vagas são abertas no Bolsa-Idoso. Hoje, temos pelo menos 120 cadastrados para inclusão'', comentou.

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