Londrina também tem protestos
Da Redação
Os servidores da Fundação Nacional de Saúde (FNS) fizeram um protesto ontem de manhã, em frente à sede do órgão em Londrina. Eles colocaram faixas e fizeram vários pronunciamentos sobre o que chamam de sucateamento da estrutura do órgão.
Segundo o diretor do Sindicato dos Servidores da FNS (Sindi-FNS), Adilson Verones, a maioria dos veículos utilizados pela Fundação está sucateada e os funcionários não recebem reajuste há cinco anos. Ele disse que o salário médio é de R$ 315,00. O distrito de Londrina, responsável por 149 municípios, possui 250 funcionários. O protesto foi organizado pelo Sind-FNS, Confederação dos Servidores Públicos Federais e Sindicato dos Servidores Públicos Federais em Saúde, Trabalho, Previdência e Ação Social do Paraná (Sindprevs-Pr).
Bancários Com o objetivo de forçar a diretoria do Bradesco a agendar negociações com os funcionários, o Sindicato dos Bancários de Londrina, Apucarana e Cornélio Procópio realizou um protesto ontem de manhã, em Londrina. Diretores da entidade ficaram em frente à agência centro do Bradesco, no Calçadão e impediram a abertura do banco até o meio-dia.
Manifestações semelhantes à de Londrina aconteceram em várias cidades do País. Ontem foi o Dia Nacional de Luta no Bradesco. As principais reivindicações da categoria são auxílio-educação, isenção de tarifas e custeio do tratamento Distúrbio Osteo Muscular Relacionado ao Trabalho (Dort). O diretor do Sindicato de Londrina, José Sabino, explica que a minuta de reivindicações foi entregue à diretoria do banco no dia 9, em São Paulo, mas não foi agendada nenhuma reunião para discutir o assunto.





