Londrina registra caso de rubéola
PUBLICAÇÃO
sábado, 06 de outubro de 2007
Da Redação 
A Secretaria Municipal de Saúde também está alertando para o risco de rubéola. Na última quarta-feira foi confirmado um caso no município, depois de cinco anos sem registros da doença. Como a única medida preventiva existente é a vacinação, a Vigilância Epidemiológica pede que aqueles que ainda não se vacinaram procurem os postos de saúde.
De acordo com Sônia Fernandes, gerente de Epidemiologia da Secretaria de Saúde, a vacina Tríplice Viral, que atua contra a rubéola, o sarampo e a caxumba, está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde do município. Ela explica que essa vacina já é aplicada nas crianças durante a rotina, mas as pessoas que ainda não foram vacinadas, principalmente as mulheres em idade fértil e homens de até 39 anos, devem ir até as UBSs, munidos da carteira de vacina ou documento de identidade para receber a imunização.
Segundo a gerente, desde o ano passado, o número de casos de rubéola vêm aumentando no País. Só neste ano, o Paraná já registrou 22 casos da doença. A rubéola é uma doença viral, com alto índice de contágio, que atinge principalmente crianças e adultos não vacinados. Ela ainda ressaltou que um novo caso de rubéola confirmado na cidade levanta preocupação com a possibilidade de ser registrados casos de Síndrome de Rubéola Congênita, em que a infecção ocorre durante a gestação, podendo ocasionar abortos e crianças natimortas ou com malformações congênitas, como cardiopatias, catarata e surdez. O último caso confirmado de Síndrome de Rubéola Congênita foi registrado em 1999.
Atualmente, o principal grupo atingido pela doença são homens na faixa etária entre 20 e 30 anos. Os principais sintomas da doença são febre, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo, acompanhados do surgimento de gânglios na região do pescoço.


