Em Londrina, a prefeitura assinou um termo de cooperação técnica com a Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux), no início deste mês, para a coleta de lâmpadas fluorescentes em órgãos públicos municipais.
A primeira etapa, realizada no último dia 4, coletou 12 mil lâmpadas inutilizadas, queimadas ou quebradas, de prédios e patrimônios públicos, como a sede da prefeitura, hospitais, postos de saúde, escolas entre outros.
O transporte e as despesas com a destinação ficam por conta da Abilux e o município ficará responsável pelo fornecimento de plásticos bolha para a armazenagem segura dos materiais.
Com a medida, Londrina se torna a primeira cidade do país a colocar em prática a Logística Reversa para lâmpadas. Segundo o diretor de Operações da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), Luciano Borrozino, a segunda etapa será definida em uma reunião, no final do mês, na Sema Estadual.
''Nós já conseguimos uma outra parceria com a Associação Brasileira de Importadores e Produtores de Iluminação (Abilumi) que se prontificou a recolher mais 100 mil lâmpadas até o final do ano, mas os detalhes serão definidos neste encontro'', diz.
Em relação aos moradores, Borrozino diz que irá propor a criação de uma Logística Reversa para atender também a população. ''Enquanto isso, todos os fornecedores e comerciantes dessas lâmpadas são obrigados a recebê-las de volta. A população deve entregar esses materiais dentro da embalagem original, no estabelecimento onde foi adquirido'', indica. (Micaela Orikasa/Reportagem Local)

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