Só em ­dois dos cin­co ce­mi­té­rios mu­ni­ci­pais de Lon­dri­na ain­da há ter­re­nos dis­po­ní­veis. Um de­les é o ­João ­XXIII, o ou­tro é o Jar­dim da Sau­da­de (Zo­na Nor­te), que tem a van­ta­gem de po­der ser am­plia­do. ­Além dis­so, ­dois em­preen­di­men­tos pri­va­dos se­rão cons­truí­dos em ­dois ­anos e ­meio e o Mu­ni­cí­pio te­rá ­mais 2,7 mil va­gas. Em Ma­rin­gá (No­roes­te) o pla­ne­ja­men­to fei­to à épo­ca da cria­ção da ci­da­de per­mi­tiu so­bra de es­pa­ço no úni­co ce­mi­té­rio mu­ni­ci­pal.
  Con­for­me a su­pe­rin­ten­den­te da Ad­mi­nis­tra­ção de Ce­mi­té­rios e Ser­vi­ços Fu­ne­rá­rios de Lon­dri­na (­Acesf), Ca­mi­la Zu­lian, es­tão sen­do cons­truí­dos ­mais 300 ja­zi­gos no Jar­dim da Sau­da­de e exis­te es­pa­ço fí­si­co pa­ra ­mais 600. Em Lon­dri­na, a mé­dia é de 10 se­pul­ta­men­tos por dia. ‘‘Não fos­sem os par­ti­cu­la­res e as am­plia­ções, já te­ría­mos que pen­sar em um no­vo ce­mi­té­rio. Não que is­so não te­nha que ocor­rer, mas po­de­re­mos ­agir com ­tranquilidade’’, ob­ser­vou.
  Em Ma­rin­gá, a Pre­fei­tu­ra vai gas­tar qua­se R$ 400 mil pa­ra ­criar 1,4 mil no­vas va­gas no ce­mi­té­rio mu­ni­ci­pal, in­for­mou o se­cre­tá­rio de Ser­vi­ços Pú­bli­cos, Vag­ner Mús­sio. O os­sá­rio, pré­dio on­de ho­je fun­cio­na o Ins­ti­tu­to Mé­di­co Le­gal (que se­rá trans­fe­ri­do) e as ­ruas ­mais lar­gas da­rão lu­gar a no­vos tú­mu­los. ‘‘Se pa­rás­se­mos ho­je, não te­ría­mos ­mais ­espaços’’, co­men­tou Mús­sio. Ma­rin­gá rea­li­za de 90 a 100 se­pul­ta­men­tos por mês.
  Mús­sio an­te­ci­pou que há pre­vi­são de cons­tru­ção de um no­vo ce­mi­té­rio ho­ri­zon­tal. O for­ma­to, se­gun­do ele, é o ­mais viá­vel: ‘‘O cus­to de um cre­ma­tó­rio ain­da é mui­to al­to pa­ra as ­prefeituras’’. (L.A.)

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