Um boletim divulgado nesta quarta-feira (1º) pela Sesa (Secretaria Estadual de Saúde) identificou mais quatro óbitos em Londrina por causa da gripe. São 11 pessoas que perderam a vida contra sete no levantamento passado. O número de casos também teve um pequeno crescimento: 27 para 32.

Imagem ilustrativa da imagem Londrina é a segunda cidade com mais mortes por gripe no Paraná
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Conforme a Sesa, 13 curitibanos morreram de gripe neste ano. A capital paranaense só perde para Londrina (11) e Maringá (6). Na área da 17ª Regional de Saúde, que contempla mais 10 cidades, as notificações subiram de 43 para 49. Nos últimos sete dias, Assaí teve uma morte pela doença, diferentemente de Florestópolis e Ibiporã, que permaneceram com as estatísticas anteriores.

A regional de Curitiba é que a mais teve mortes (17) desde o começo de 2018, seguida de Londrina (14) e Maringá (13). Ponta Grossa, Cianorte, Paranavaí, Cornélio Procópio, Paranaguá e Ivaiporã são as únicas centrais que continuam zeradas no balanço de óbitos. Em todo o Paraná, as autuações passaram de 477 para 509 em uma semana.

O secretário de Saúde, Felippe Machado, as novas vítimas de Londrina eram idosas e não haviam se vacinado. "A campanha foi prorrogada por duas vezes, mas mesmo assim tivemos dificuldade em atingir todos que precisavam. Além disso, estes usuários apresentavam complicações que contribuíram para a piora dos quadros", explicou.

Entre junho e julho, a Secretaria Municipal de Saúde distribuiu quase 19 mil doses à população. Sem restrição de idades, pacientes puderam procurar gratuitamente a Policlínica e a unidade básica do conjunto Vivi Xavier, região norte. Entretanto, a adesão não foi maciça nas primeiras semanas. Nem todos incluídos dos grupos prioritários, como idosos, gestantes, puérperas, crianças menores de 5 anos de idade, trabalhadores da saúde e professores, buscaram a imunização.

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