Londrina deve ter ambulatório de psiquiatria forense
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segunda-feira, 24 de maio de 1999
Áureo Nogueira 
O diretor-geral do Instituto Médico-Legal do Paraná, Francisco Moraes Silva, deve vir a Londrina até quinta-feira para anunciar a criação do Ambulatório de Psiquiatria Forense (parea realização de exames de dependência toxicológica) e um convênio com a Universidade Estadual de Londrina (UEL) para a utilização de laboratórios. O anúncio foi feito pelo médico-chefe do IML de Londrina, Antônio Carlos de Queiroz, em reunião ontem com promotores e juízes do Fórum local e o presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Londrina, Jorge Coimbra.
Queiroz reiterou que tem feito pedidos ao diretor-geral do IML, às secretarias de Segurança Pública e de Administração. A contratação de um psiquiatra, um psicólogo e um assistente social e a assinatura do convênio com a UEL possibilitaria a realização de cerca de 95% das perícias e dos exames forenses necessários para toda a região.
Promotores e juízes afirmam que o importante é o Estado garantir pelo menos as condições mínimas para que não sejam mais obrigados a soltar presos por falta de exames e perícias.


