Em Londrina o vandalismo nos telefones públicos diminuiu significadamente em 2000. No ano passado, 949 aparelhos foram depredados, este ano, 387 - uma redução de aproximadamente 40%. Segundo o vice-presidente da Sercomtel, Paulo Cezar da Silva Machado, o principal fator para diminuir o vandalismo foi a conscientização da população em decorrência de algumas medidas tomadas pela empresa. ‘‘Nós passamos a instalar os telefones públicos em locais mais movimentados, fizemos campanhas de concientização e reforçamos a estrutura do monofone, o objeto mais danificado nas ações dos vândalos’’, explicou Machado.
Ele também acrescentou que com os telefones públicos em Londrina funcionado 100% com cartões telefônicos, não há mais o problema dos aparelhos serem considerados ‘‘depósitos de moedas’’. Na cidade, há 1,96 mil telefones públicos e a meta de ampliação para o próximo ano é chegar a 5 mil aparelhos instalados. Cada telefone público custa em média R$ 1.200,00 e até novembro desse ano, foram gastos R$ 25 mil no conserto de aparelhos danificados.
No trânsito, o vandalismo é responsável pela depredação de 50 placas de trânsito por mês, um prejuízo de R$ 5 mil para os cofres públicos. ‘‘As pessoas não têm limites. Elas entortam, tiram parafusos, atiram e jogam pedras nas placas’’, informou Moisés Cardeal da Costa, diretor de trânsito da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU).
No ano passado, aproximadamente 190 mil pessoas ficaram sem energia em Londrina por conta da ação de vândalos.

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