Londrina ainda aguarda uma solução
Até o momento, as conclusões acerca do assunto não resultaram em qualquer medida que - minimamente - freasse a proliferação das pombas em Londrina. O secretário do Meio Ambiente, Gerson da Silva, conforma-se em saber que outros municípios enfrentam a mesma dificuldade. ''A única experiência que, por enquanto, está obtendo uma resposta satisfatória é a realizada na cidade paulista de Tarumã, onde entidades agrícolas, ligadas à produção canavieira, juntaram-se para combater o problema. Devido a isso, tornou-se uma das nossas fontes de pesquisa'', completou Silva.
A Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) estima que - aproximadamente - 300 mil pombas vivam no quadrilátero central da cidade. A maioria é composta de amargosinhas, espécie silvestre, que circula em bandos entre as zonas urbana e rural. A oferta abundante de alimento nas lavouras (sementes de milho, soja e trigo) do Norte Paranaense é um dos obstáculos ao controle desta superpopulação de aves.
A solução para o problema exigirá um trabalho multidisciplinar, com o poder público e a sociedade atuando em conjunto. Esse planejamento só trará resultados a médio e longo prazo. Este foi um consenso obtido num seminário, promovido pela 17 Regional de Saúde, em fevereiro deste ano, com o objetivo de solucionar a questão. A possibilidade de exterminar alguns exemplares é motivo de polêmica entre leigos e especialistas.(B.R.)





