O assessor técnico em transporte da CMTU, Marco Antônio Bacarin, declarou que, ''ante a resistência dos comerciantes, não houve outra saída senão a reintegração por meios legais''. Ele reafirmou que todo o comércio no Terminal de Transporte Coletivo estava funcionando em caráter irregular, e que mesmo aqueles que venceram certame licitatório já não tinham mais direitos.
''As concessões perdem o valor, pois foram feitas a título precário. Os comerciantes foram avisados quatro vezes de que deviam sair: a primeira há três anos, uma segunda em outubro do ano passado, quando foi feita a nova licitação para o transporte público, e mais duas vezes nos últimos meses. Essa desculpa (dos comerciantes, de que não foram notificados) é esfarrapada'', disse o assessor técnico.
Bacarin informou que a CMTU ingressou no Fórum, ainda na manhã de ontem, com pedido de reconsideração da liminar concedida à loja de doces Plastipil e que a manteve aberta. A decisão judicial deve sair hoje.
Os estabelecimentos do Terminal Urbano foram fechados para que sejam construídos uma escada rolante e um elevador no local. Segundo a assessoria de imprensa da Transportes Coletivos Grande Londrina (TCGL), empresa que realizará as obras, o trabalho terá início assim que os boxes estiverem completamente desocupados. Segundo o presidente da CMTU, Wilson Sella, as obras devem ter início dentro de dez dias. A previsão é de que sejam concluídas ainda no primeiro semestre.

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