Tratamento de chorume produzido pelo Lixão, de lixo hospitalar, a varrição de ruas e o futuro aterro sanitário, também estão previstos na política para o lixo desenvolvida pela prefeitura. A varrição de ruas, atualmente feita por dia em 57 quilômetros, será feita em 1.600 quilômetros/dia.
O lixo hospitalar, hoje despejado em valas sépticas no próprio aterro sanitário, será esterilizado através de método de autoclave (estufa) ou de microondas instalados no próprio aterro. O presidente da CMTU, Wilson Sella afirma que o tratamento é caro (técnicos ainda estão estudando os custos) e por isso será cobrado dos hospitais, que terão o lixo pesado. ‘‘Será recolhido apenas o que for lixo hospitalar e não restos de comida, de lixo de banheiro, que hoje os hospitais costumam misturar’’, explicou.
O chorume atualmente é tratado de forma emergencial através de caixas coletoras de 1.500 litros com filtros de carvão ativado. Porém, a prefeitura já desapropriou um terreno ao lado do atual aterro sanitário de 82.500 metros onde irá instalar duas estações de tratamento e decantação. O chorume será retirado da atual lagoa e enviado para as estações onde será tratado através de sistema de aeração.
Das estações o chorume irá para outra lagoa ao lado onde passará pelo processo final de tratamento. Em seguida será jogado de volta ao meio ambiente, mas como água tratada, segundo Sella. Até o segundo semestre de 2002 a prefeitura tem que encontrar uma nova área para implantação de um aterro. Como os custos são altos, cerca de US$ 3 milhões, uma possibilidade em estudo é a terceirização da sua instalação e administração. (E.P.)

mockup