Lixão também
é investigado
por promotor
Há um mês e meio à frente da Promotoria de Defesa do Meio Ambiente, Tiago de Oliveira Gerardi afirma que os casos de crime ambiental mais graves são o da indústria têxtil Carambeí e o do Lixão.
Um inquérito civil está tramitando na promotoria desde fevereiro de 1995 para ‘‘organizar o atual Lixão’’ e instalar um novo em outro local.
Gerardi afirma que a prefeitura já tem o projeto há três anos, mas na prática nada foi feito.
Assim que assumiu a promotoria ele já encaminhou quatro ofícios pedindo relatórios sobre a desapropriação da área contígua ao atual Lixão.
Segundo ele, a Autarquia Municipal do Ambiente (AMA) respondeu dizendo que técnicos estavam fazendo um estudo do novo local, mas que as atividades do Lixão não são mais de sua competência.
A Companhia Municipal de Urbanização (Comurb), por sua vez, não respondeu a nenhum dos ofícios.
A assessoria de imprensa da Comurb afirmou que a nova diretoria, que tomou posse há pouco mais de 15 dias, está se inteirando sobre as necessidades do Lixão e na próxima semana terá uma posição sobre o que será feito no local. (E.P.)

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