O Lions Clube Cidade Canção instalou 10 máquinas de caça-níquel na barraca que montou na praça de alimentação da Expoingá, em Maringá, chamando a atenção dos visitantes. O juiz da Infância e Juventude de Maringá, Renê Pereira da Costa, presidente do clube, diz que as máquinas estão legalizadas e a instalação dos caça-níqueis foi a maneira encontrada para melhorar a renda da barraca. ‘‘Todo faturamento vai para o projeto de cirurgida da catarata, mas o movimento está muito fraco’’, reclama.
O delegado adjunto de Maringá, Nilson Rodrigues, disse à Folha, ontem, que as empresas que exploram os caça-níques trabalham com liminar. ‘‘As empresas pedem alvará e como entendemos que se trata de jogo de azar, negamos a autorização, mas depois a Justiça concede alvará e manda emitir o alvarᒒ, lamenta. O juiz e presidente do Lions diz que as máquinas foram instaladas para ajudar a custear o valor pago pelo espaço na feira. ‘‘Sei que os caça-níqueis são permitidos com liminar’’, diz Costa, que garante impedir menores de usar as máquinas.

mockup