O projeto Linhão do Emprego vai nortear o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nas suas análises para financiamento de propostas semelhantes em outras cidades do Brasil. ‘‘Nossa idéia é estabelecer com o Linhão do Emprego um ’paradigma’ de intervenção do poder público para desenvolvimento do mercado de trabalho’’, afirmou ontem, em Curitiba, a superintendente da área social do BNDES, Beatriz Azeredo.
Ela é líder da missão, formada por outros sete técnicos do BNDES,que veio analisar detalhes e definir os prazos para os próximos trâmites do Linhão do Emprego dentro do banco. O prefeito recebeu os membros da missão para um almoço, na Secretaria de Meio Ambiente. Antes, logo pela manhã, os técnicos do banco e a equipe da Prefeitura tiveram uma primeira reunião de trabalho, com a presidente da Fundação de Ação Social (FAS), Marina Taniguchi, os presidentes do Ippuc, Oswaldo Navaro, e da Urbs, Fric Kerin, o coordenador do projeto, Nereu Barão, além de representantes de todas as secretarias municipais.
Pouco antes do início desta reunião, Beatriz falou da importância do Linhão do Emprego para o BNDES. Segundo ela, o projeto de Curitiba foi o primeiro a ser enquadrado nesta carteira social, criada há um ano pelo BNDES, especificamente para atender projetos com características multi-setoriais. Isto é, projetos formados por um conjunto de investimentos que contemple ao mesmo tempo diversos segmentos, como infra-estrutura urbana, atendimento social, criação de empregos e qualificação profissional.

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