Lindo pendão da esperança!
Das madrugadas mal dormidas, das irritações supérfluas, dos prejuízos do comércio, das discussões táticas em bares, das aulas não-assimiladas de geografia da Ásia, do impulso das vendas de televisores e das cervejas, da felicidade fugaz por vitória inexpressiva, dos jingles envolventes e da lavagem cerebral, da exposição das grandezas e das indiossincrasias do Escrete, do choro, do berro, do pulo de alegria..., dos legados da Copa, um parece ser inatacável: o amor à bandeira e ao Hino Nacional, reverências que o Brasil lembra a cada quatro anos com o Deus Futebol. Brasileirinhos de Sarandi, Paraná, Brasil, fazem a lição cívica sem esforço e mostram que se uniram em torno de um orgulho comum, que certamente deixará um resíduo a ser usado em ocasião oportuna com o final do Mundial. (Lúcio Flávio Moura)





