A Petrobras agiu rápido ontem para conter o vazamento de óleo na Baía de Paranaguá e evitar que um novo escândalo estourasse. A Defesa Civil foi acionada momentos após o acidente. De acordo com o coordenador operacional da Defesa Civil no litoral, capitão Luis Henrique Pombo, participaram da operação 60 homens.
Trabalharam no local funcionários do Corpo de Bombeiros, Instuto Ambiental do Paraná (IAP), Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Polícia Florestal, além de funcionários da própria Petrobras.
O gerente de Segurança e Meio Ambiente da D.T.Sul, Rogério Zagonel Torres, admitiu que os vazamentos de Araucária e do Rio de Janeiro, ambos neste ano, deixaram a Petrobras em alerta.
Além do contingente para limpar o local do vazamento, foram requisitados duas embarcações e um helicóptero para ajudar nos trabalhos. Segundo o capitão Pombo, foi colocado em ação o Plano de Auxílio Mútuo (PAM). Neste plano trabalham juntos os órgãos de defesa civil e ambiental e as empresas que estão localizadas junto à faixa portuária. ‘‘Acionamos todo o aparato de segurança, mesmo que o acidente seja de pequenas proporções’’, afirmou Pombo.
Alguns ambientalistas da Rede Verde e Instituto Gaia do Brasil também se mobilizaram para descobrir a extensão do acidente.
Os ambientalistas chegaram logo cedo a Paranaguá e alugaram um barco para percorrer o local que poderia ter sido atingido pelo óleo diesel. (C.M.)

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