Líderes pressionam direção do Hospital Universitário da UEM
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segunda-feira, 12 de junho de 2000
Da Redação 
O comando de greve da Universidade Estadual de Maringá (UEM) quer que o Hospital Universitário de Maringá (HUM) diminua o número de internamentos e deixe de fazer os exames de raio-X encaminhados pelos Núcleo de Saúde III (NIS III), que presta atendimento 24 horas na cidade. O comando esteve reunido com a diretoria do HUM ontem de manhã durante cerca de três horas.
Magda Félix, integrante do comando de greve, disse que as propostas de uma paralisação mais contundente foram feitas para que os funcionários da HUM possam participar mais efetivamente da greve. Segundo ela, a Secretaria Municipal de Saúde é que deve assumir os encaminhamentos dos pacientes para outras unidades de atendimento.
Mesmo atendendo com 30% dos funcionários, o HUM, conforme a enfermeira-chefe do hospital, Maria Amélia Fernandes, está com 80% dos setores lotados. Os internamentos continuam ocorrendo normalmente a partir das 19 horas, quando o HUM permanece aberto para atendimento de urgência e emergência. As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) adulto e neonatal estão lotadas.
Pérola Em Pérola (46 km a sudoeste de Umuarama), cerca de 40 funcionários da Secretaria Municipal de Saúde entraram em greve ontem exigindo o pagamento de salários atrasados. A greve paralisou postos de saúde, centro social urbano e o Hospital Municipal, o único da cidade. Só os casos de urgência e emergência estão sendo atendidos. Os funcionários estão recebendo salários com até dois meses de atraso e os médicos com até quatro meses de atraso.


