Estudantes da Universidade Estadual de Londrina (UEL) também protestam contra a falta de professores. Cerca de 20 líderes do movimento estudantil compareceram ontem à reunião do Conselho Universitário para reivindicar solução para o problema.
O caso mais grave é o do curso de engenharia elétrica. A primeira turma está no 3º ano e teme que a falta de professores atrase a formatura e dificulte o reconhecimento do curso pelo MEC. De acordo com o estudante Jamil Jannani, a Administração da UEL justifica que o Estado proibiu contratações.
Para os estudantes, a falta de professores é reflexo da política educacional do governo e tende a piorar. ‘‘O projeto de autonomia do governo joga uma pá de cal na universidade pública do Paranᒒ, disse João Ives, estudante de sociologia e membro do Diretório dos Estudantes. (A.N.)

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