Goioerê O projeto de integração do ensino superior do Estado, que transfere as 11 faculdades da Universidade Estadual do Paraná (Unespar) para as outras instituições mais próximas, preocupa lideranças de Goioerê (67 km a oeste de Campo Mourão). Elas temem que o processo possa prejudicar a extensão que a Universidade Estadual de Maringá (UEM) mantém na cidade há mais de 10 anos.
O assunto já foi debatido pela Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Vale do Piquiri, que ajuda a manter a extensão, e pela Agência de Desenvolvimento de Goioerê. O vice-reitor da UEM, Ângelo Aparecido Priori, esteve na cidade para ''acalmar'' as lideranças. ''O campus de Goioerê nada sofrerá com a anexação da Fecilcam (Faculdade Estadual de Campo Mourão) à UEM.''
Uma das preocupações das lideranças é saber se a extensão continuará ligada à reitoria, em Maringá, ou se será subordinada ao futuro campus avançado da UEM em Campo Mourão. Priori afirmou que não há possibilidade da extensão ser anexada a Campo Mourão.
A Comissão de Educação e Cultura da Assembléia Legislativa estará hoje à noite na cidade para debater o projeto sobre a anexação da Fecilcam à UEM.

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